André Kertész, foi um fotógrafo norte americano de origem húngara, nascido em 1894 em Budapeste e falecido em 1985 em Nova Iorque, mas infelizmente só alcançou o reconhecimento por seu trabalho após sua morte.
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Corpos distorcidos, membros decepados e agigantados, faziam parte da obra surrealista do fotógrafo que começou sua carreira profissional registrando a Guerra Civil em seu país de origem.
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A fotografia foi a maneira que ele encontrou para expressar suas ideias, já que ao longo de sua vida, jamais aprendeu outro idioma além de sua língua natal, mesmo tendo vivido por longo período em Paris e Nova Iorque.
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Kertész teve recentemente uma exposição do seu trabalho organizada pelo museu Jeu de Paume de Paris, exposta no MIS Museu da Imagem e do Som em São Paulo intitulada “Uma Vida em Dobro”, que apresentava sua obra desde sua juventude até o final de sua carreira. Ele é conhecido como um dos grandes nomes da fotografia mundial e considerado por muitos, pioneiro dos gêneros fotográficos surrealista, modernista e fotojornalismo.
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A genialidade da diversificada obra de Kertész é comparada a dos grandes nomes da fotografia como Robert Capa, Brassai e Man Ray, com a diferença que ele não manipulava seus negativos em quarto escuro. Seus cortes e efeitos visuais eram feitos no ato, no momento de seus registros.
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Fonte: http://www.revistafotomania.com.br
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