Quem é você?
por Priscila Pasko
Não existir dói. O homem não foi preparado para representar o vazio.Em que parte se está guardado? Em que outra se está esquecido?
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Pequeno relato de um amor ramificado
por Priscila Pasko
Deitada entre os dois, tentava satisfazer minha curiosidade em conhecê-los por inteiro. Mas era justamente neste aconchego que eu me perdia. Era nesta alcova que eu me afogava em palavras.
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Horizontes e esquinas
Sobre como os turistas tornaram-se cegos
por Priscila Pasko
Muito se vê, porém, quase nada se enxerga. E, partindo da observação precoce, tento, em vão, conservar o sublime através da fotografia. Entendam que este texto não é uma manifestação contra a captação de imagens, mas o pedido para que se dê uma chance ao olhar contemplativo.
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As lágrimas da cebola
por Priscila Pasko
O moço continuava bonito, distribuía as mesmas gentilezas e todos os fregueses continuavam gostando dele. Mesmo assim, sem cortar uma fatia sequer de cebola, a moça chorou.
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O baile da indiferença
por Priscila Pasko
O instantâneo e o instável. Ainda que no calor da hora, a arte tenta traduzir a angústia cantando o sofrimento e exorcizando a solidão do homem contemporâneo.
* "Cronos devora Poseidon", em pintura de Peter Paul Rubens, 1.636.
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Anarquias de uma paixão
por Priscila Pasko
A desordem, quando parte da mulher, também pode ser bela, desconcertante e incrivelmente libidinosa.
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Horizontes e esquinas
Relatos de um paladar
por Priscila Pasko
Reverenciar o que se come e permitir que os temperos saciem a fome de cada um. É durante a refeição que os sentidos da cama e mesa se fundem.
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Horizontes e esquinas
O desequilíbrio do abraço
por Priscila Pasko
Porque depois de nos afastarmos, passamos a sentir desconforto por já termos sidos tão íntimos
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Horizontes e esquinas
Moleskine, o cativeiro de palavras
por Priscila Pasko
Sobre quando um Moleskine provoca os instintos mais perversos naqueles que cultivam uma obsessão pela palavra.
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