porpensardemais

Humano, Demasiado Humano

Núbia Ferreira

  • 40be6c644d84eb4f9f6823215f142ab7.gif
    Sobre Gilbert e Arnie, sobre o amor

    “Você é meu cavalheiro de armadura brilhante. Você quis dizer armadura reluzente, não é? Não. Você tem brilho próprio.” (...)

  • Primo_Levi_macchina_da_scrivere.jpg
    O testemunho de Primo Levi

    As recordações do campo de concentração e sua posição ética de contar a sua historia no lugar daqueles que se calaram diante do trauma, da dor profunda que vivenciaram, não podendo mais ser assimilada em palavras, e por aqueles que não sobreviveram, Primo Levi se vê na necessidade de mostrar ao mundo através de sua leitura memorialística a sua dor entre a de muitos outros...

  • 403453_289574774468567_1496080490_n.jpg
    Neuroses Traumáticas de Guerra: Marcas Profundas

    Destaco este trecho do livro “Nada de novo no front” de Erich Maria Remarque: “...Tombou morto em outubro de 1918, num dia tão tranquilo em toda a linha de frente, que o comunicado se limitou a uma frase: “Nada de novo no front”. Caiu de bruços, e ficou estendido, como se estivesse dormindo. Quando alguém o virou, viu-se que ele não devia ter sofrido muito. Tinha no rosto uma expressão tão serena, que quase parecia estar satisfeito de ter terminado assim.” Afinal, só os mortos conhecem o fim da guerra!

  • 3.jpg
  • 526819_10151401220884440_1467861513_n.jpg
    La Belle Personne

    "Se nós somos duas pessoas normais, por quanto tempo nosso amor vai durar? Amor eterno não existe, nem mesmo nos livros. Então amar significa por um tempo determinado. Seria um milagre para nós, não somos diferentes de nenhuma outra pessoa.”

  • ll.jpg
    Suicídio: O Sétimo Continente

    O cotidiano pré-moldado transparece o distanciamento nas relações, a vida oprimida pelo capitalismo leva a família a uma autodestruição física e emocional, em que o suicídio aparece como o último indício de desejo desesperado por vida.

  • her4.png
    Tecnologia: A era do amor doente?

    O que estamos vivendo nessa era tecnológica? E o que estamos deixando de viver?