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"Welcome back my friends to the show that never ends"

Paola Domingues

"Seja ela, a liberdade, com todas as suas formas descritas, a mais válida talvez seja a música, que ultrapassa o tempo e o espaço, as dimensões e o raciocínio, penetra e expande para onde quer que você decida estar".

O Pulverizado de ‘69

O final da década de 60 para a banda Pink Floyd chega a ser um momento abastado de lembranças sobre suas criações. Projetos iniciados e nunca finalizados, shows por toda Europa e muitos planos em mente.


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Algumas das versões de capa do projeto The Man & The Journey não oficial da banda

“The Man & The Journey”

Após o lançamento da trilha sonora de “More”, a banda de rock progressivo Pink Floyd sai em turnê por Londres com o Projeto “The Massed Gadgets Of Auximenes”, mais conhecido como “The Man & The Journey”. Dessa criação, algumas clássicas foram “encaixando-se” nos projetos da banda, como “Cymbaline” e “Green is the colour” que do suíte do “The Man & The Journey” foram para o álbum “More”, outras para os discos de estúdio “Ummagumma” e “Relics” e até para a trilha sonora do filme norte-americano “Zabriskie Point”.

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O projeto é um emaranhado de “conhecidos” que mesmo não oficial, ficou catalogado como parte de gravações ilegítimas/indeterminadas que inspirariam os futuros projetos lançados da banda (guardem bem essa informação). Há uma compilação interessante do que seria “The Man & The Journey”. Em uma das apresentações em Amsterdã, datada em 17 setembro de 1969, a estação de rádio holandesa VPRO transmitiu e registrou o espetáculo com a melhor qualidade da época.

Abaixo uma das composições nunca oficialmente lançadas:

“Ummagumma”

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Podemos definir “Ummagumma” como a cria de “The Man & The Journey”. O quadruplo possui composições de estúdio e ao vivo e torna-se o verdadeiro indicativo do sucesso que a banda se tornaria. O disco ao vivo não traz tantas novidades, já que muitas das composições tinham sido já lançadas nos dois discos anteriores, como “Set the Controls” e “A Saucerful of secrets”. Já o disco de estúdio, com composições e experimentações pesadas de todos os integrantes, “Ummagumma” torna-se referencial de rock psicodélico / progressivo da época, caracteristicamente reconhecido pelos ruídos e diversas reproduções de sons emitidos na natureza.

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“Sou suspeita em dizer sobre a “Sysyphus”, já que tenho uma atenção especial pelas composições de Wright por minha formação em teclado, mas as quatro partes da música é realmente uma viagem, que passeia entre todos os tipos de reações que a musica pode causar ao ser humano”.

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Incluo “Ummagumma” dentre meus “álbuns de cabeceira”. Sempre que paro para escutar, o percebo diferente. Talvez seja porque o disco está envolvido em uma atmosfera e mistérios não terrenos. Por isso, obrigo-lhes a ouvirem o álbum full:


Paola Domingues

"Seja ela, a liberdade, com todas as suas formas descritas, a mais válida talvez seja a música, que ultrapassa o tempo e o espaço, as dimensões e o raciocínio, penetra e expande para onde quer que você decida estar"..
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