progressividade

Remember when you were young, you shone like the sun!

Erick Freire

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    O Amor não despedaça - Precisamos falar sobre Hannah Baker

    O que sei é: 13 Reasons Why não foi feito para quem está silenciado. Hannah Baker não dá voz a ninguém. Hannah Baker é ótima para abrir os ouvidos. Não há glamour no final da série. Não há troca de olhares em câmera lenta de jovens apaixonados. Há apenas uma conclusão do Sr. Porter, conselheiro escolar da escola de Hannah: “O amor não salva ninguém”. E é aqui que discordamos, Sr. Porter.

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    Música: o gatilho da alma

    As vezes tentamos explicar a conexão que temos com determinada música, álbum, banda ou cantor e não conseguimos perceber que trata-se de muito mais do que apenas um relacionamento físico de ouvinte. Descobrimos então que a conexão existe entre a nossa alma e a mensagem avassaladora de amor e ódio contida em cada nota, em cada frequência, em cada letra.

  • Homem
    O apocalipse essencial

    O homem caminha para o apocalipse com a mesma velocidade que se distancia de sua essência. Algo parece perturbar a eternidade e germinar a mente do homem nos últimos tempos. Nos vemos na estrada que leva à destruição do belo. Mas antes disso, vamos bater um papo sobre nossa essência.

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    Marillion, Brave e a Ponte de Severn

    Uma ponte no sul da Inglaterra, uma garota perdida que não sabe quem é ou de onde veio e congelada por sua conflituosa existência. Misture tudo isso com a mente brilhante de Steve Hogarth e o que temos é o melhor álbum conceitual de rock progressivo da década de 90.

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    Steven Wilson, genial e influente

    Como se não bastasse tamanho conhecimento e inteligência musical para escrever, tocar, produzir ou experimentar, Steven Wilson ainda é amigo das pessoas certas. Um gênio influente que deixa sua marca por onde passa.

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    Syd Barret: o diamante louco

    Uma mente louca e brilhante foi a responsável por uma das maiores obras da história da música. Syd Barret com certeza contribuiu com sua arte como guitarrista, vocalista, compositor, produtor e pintor, mas acima de tudo, sua loucura foi o norte da bússola do Pink Floyd como conhecemos hoje. A genialidade de Gilmour, Waters, Mason e Wright foram de extrema importância para traduzir a experiência que Barret acabou vivendo de uma forma profunda demais. O diamante louco continuou brilhando, afinal.

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