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novos nomes da cultura

hal wildson



Dizer o que faço é intrinsecamente dizer o que sou. Autodidata no mundo da arte, a influência do teatro me leva a enxergar nas artes visuais caminhos diversos para inovar e buscar a minha essência. Desenvolvo estudos de COLAGEM e a intervenção em mídias diversas (desde a fotografia à ilustração), o conceito que me movimenta é inventar o que ainda não foi visto, causar sensações a quem admira uma obra minha, ainda sou um artista saindo do forno; procuro sempre valorizar o que é nosso, amo o Brasil e o Povo Brasileiro (Sem dúvida minha maior inspiração). Também encaro a arte como ferramenta social, me interesso pela arte que desafia o homem a rever a própria poesia da existência. Sou um artista que vive a crise de sempre se reinventar, e a cada experiência torno-me ainda mais o que sou.Imagino o futuro como o resultado de meu trabalho agora, isso não determina o quão rico eu serei, porque o sucesso não se mede pelo quanto se ganha. A arte para mim é um estilo de vida, sou artista 24 horas por dia; a todo momento estou me propondo inventar algo novo. As artes visuais é uma explosão que escoa em mim e que aduba o terreno dos meus sonhos.

Biografia Sou o Hal, 21 anos, um jovem querendo abraçar e conhecer as pessoas, olhar nos olhos e enxergar o inusitado. Eu vejo poesia no mundo, sobre mim é difícil falar algo concreto, estou sempre querendo dizer mais. Acredito em toda forma de amor, na esperança que possa brilhar além do universo, que ultrapasse as barreiras da escuridão do ódio e do ressentimento que amarga os lábios. No céu da boca vejo estrelas, misturam-se com a saliva e escorregam até o infinto do estômago numa galáxia chamada paixão. Sou Um ser humano total, que colecionas bugigangas por onde passa, que guarda calos, cicatrizes, lágrimas engarrafadas. Não me basta ser um indivíduo dissipado, que vai deixando seus pedaços por entre os rastros, quero também levar as partes daqueles que me sorriram e transformar em arte a falta de esperança. Esse desejo humano que cospe das entranhas só indica no fim a nossa própria dependência, liberdade que aprisiona mas que nos indica um caminho. A arte me ensinou, na ausência de um cômodo familiar, a aceitar as sequelas que a vida deixou. ganhar é perder. O homem: um errante em passos miúdos que tanto sonha em se tornar pleno, apoderando-se do máximo que essa tal "vida" possa lhe presentear. Homem que vai, vem, quer, não quer, homem que é tudo isso em um pacote só. Homem: animal diferente, observador das experiências alheias que veementemente fosforeiam em faíscas de ambição. Ser artista é entender o mundo e ainda ter esperança.

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bjr

There are those that look at things the way they are, and ask why? I dream of things that never were, and ask why not?.
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