Carolina Vila Nova

Brasileira, 41 anos, formada em Tecnologia em Processamento de Dados, pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas. Atua numa multinacional na área administrativa como profissão. Escritora, colunista e roteirista por paixão. Poliglota. Autora de doze livros publicados de forma independente pelo Amazon, além de quatro roteiros para filme registrados na Biblioteca Nacional. Colunista no próprio site www.carolinavilanova.com e vários outros na internet.
Youtuber no canal Carolina Vila Nova, que tem como objetivo divulgar e falar sobre as matérias do próprio site.


Carolina Vila Nova é autora dos seguintes livros:

"Minha vida na Alemanha" (Autobiografia),
"A dor de Joana" (Romance),
"Carolina nua" (Crônicas),
"Carolina nua outra vez" (Crônicas),
"Vamos vida, me surpreenda!" (Crônicas),
"As várias mortes de Amanda" (Romance),
"O dia em que os gatos andaram de avião" (Infantil),
"O milagre da vida" (Crônicas),
"O beijo que dei em meu pai" (Crônicas),
"Nosso Alzheimer" (Romance) e
"Quero um amor assim" (Crônicas).

Todos disponíveis no site www.amazon.com e www.amazon.com.br
Mais matérias e informações em: www.carolinavilanova.com

A arte

O que é realmente a "Arte"? Uma pintura? Uma fotografia? Um texto?
Arte é aquilo que há de mais humano em nós mesmos, a dor de uma fração de segundo, que escapa e se manifesta através dela, nos salvando de todo mal que nos aflige.
Arte é aquilo que nos salva das dores do mundo.
E nos salva de nós mesmos!


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Nietzsche já dizia: “A arte existe para que a realidade não nos destrua”. Num mundo onde por todos os lados se vê injustiça, aprendemos com o dia-a-dia, mesmo de forma inconsciente, a ignorar os seus males: a fome, a miséria, a violência e as tantas mortes sem razão.

Ainda que se consiga escapar dos problemas mais graves como os acima citados, vivemos sob a ameaça constante de nossa própria vulnerabilidade: a nossa fragilidade humana. Corpo e mente numa constância de incertezas. Desde cedo vivendo nos moldes ditados pela sociedade, vamos à escola, para num futuro muito próximo aprendermos uma profissão e trabalhar. Habitamos um mundo que não é só nosso, e estamos sim abaixo de suas regras. Muito do que pensamos escolher, nos foi na verdade imposto, com um pequeno leque de escolhas, que só mascara a realidade que nos permeia.

Convencidos pela lei da sobrevivência, a maioria se ajusta aos padrões da sociedade, permitindo a continuidade de nós mesmos. Entre uma fase e outra da vida, nos assombram os conceitos de liberdade, amor, satisfação, e felicidade. Pobres seres humanos, buscamos o sentido da vida no pouco que conseguimos entender. Sem saber realmente de onde viemos e para onde vamos, nos contentamos com a esperança que a fé e o amor nos trazem.

Se não bastassem as dificuldades de um mundo caótico e mal ajustado, também sofremos os males de nossa consciência. Perguntas sem respostas, sentimentos que nos aprisionam como o medo, insegurança, e tantas necessidades: dinheiro, família, trabalho, amor. Como listar as prioridades sem fim, necessárias a uma vida digna e feliz? Somos humanos e não somos exatos, mas sociais e emocionais.

Educação e arte tem sido a resposta para tantos males que nos acompanham uma vida inteira. Para a falta de amor: arte! Para a dor: arte! Para a própria educação: arte!

Arte não é apenas uma obra. A arte é a manifestação do humano, de todas as suas dores, da falta de respostas que se carrega, da morte eminente a qualquer hora. Arte é a válvula de escape da vida e de todo sofrer que lhe pertence. Arte é uma pintura, uma música, uma poesia. Arte é história, personagem, uma ideia que surgiu de um minúsculo ponto de partida, de um segundo de dor ou de amor, que se transformou em algo eterno e gigantesco.

Arte não tem que ser entendida. Arte é sensibilidade. É o se enxergar, perceber o outro e ainda mais: se ver e se sentir no outro. A arte é aquilo que lhe toca de alguma forma. Uma flor num quadro qualquer, o ritmo de uma música que emociona, as palavras de um texto que instigam o seu pensar. A arte é o sentir e expressar de um, fazendo o sentir e o refletir de outro.

Arte não tem preço, não tem regras. Única como seus artistas, reflete a intensidade da vida. A arte não resolve nossas dúvidas, nem os problemas do mundo, mas nos tornam seres melhores através de tudo que ela proporciona. Aprendemos com ela a suportar a realidade cruel de nossa própria fragilidade. A arte nos salva das dores desse mundo. E nos salva de nós mesmos!


Carolina Vila Nova

Brasileira, 41 anos, formada em Tecnologia em Processamento de Dados, pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas. Atua numa multinacional na área administrativa como profissão. Escritora, colunista e roteirista por paixão. Poliglota. Autora de doze livros publicados de forma independente pelo Amazon, além de quatro roteiros para filme registrados na Biblioteca Nacional. Colunista no próprio site www.carolinavilanova.com e vários outros na internet. Youtuber no canal Carolina Vila Nova, que tem como objetivo divulgar e falar sobre as matérias do próprio site. Carolina Vila Nova é autora dos seguintes livros: "Minha vida na Alemanha" (Autobiografia), "A dor de Joana" (Romance), "Carolina nua" (Crônicas), "Carolina nua outra vez" (Crônicas), "Vamos vida, me surpreenda!" (Crônicas), "As várias mortes de Amanda" (Romance), "O dia em que os gatos andaram de avião" (Infantil), "O milagre da vida" (Crônicas), "O beijo que dei em meu pai" (Crônicas), "Nosso Alzheimer" (Romance) e "Quero um amor assim" (Crônicas). Todos disponíveis no site www.amazon.com e www.amazon.com.br Mais matérias e informações em: www.carolinavilanova.com.
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