Carolina Vila Nova

Brasileira, 41 anos, formada em Tecnologia em Processamento de Dados, pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas. Atua numa multinacional na área administrativa como profissão. Escritora, colunista e roteirista por paixão. Poliglota. Autora de doze livros publicados de forma independente pelo Amazon, além de quatro roteiros para filme registrados na Biblioteca Nacional. Colunista no próprio site www.carolinavilanova.com e vários outros na internet.
Youtuber no canal Carolina Vila Nova, que tem como objetivo divulgar e falar sobre as matérias do próprio site.


Carolina Vila Nova é autora dos seguintes livros:

"Minha vida na Alemanha" (Autobiografia),
"A dor de Joana" (Romance),
"Carolina nua" (Crônicas),
"Carolina nua outra vez" (Crônicas),
"Vamos vida, me surpreenda!" (Crônicas),
"As várias mortes de Amanda" (Romance),
"O dia em que os gatos andaram de avião" (Infantil),
"O milagre da vida" (Crônicas),
"O beijo que dei em meu pai" (Crônicas),
"Nosso Alzheimer" (Romance) e
"Quero um amor assim" (Crônicas).

Todos disponíveis no site www.amazon.com e www.amazon.com.br
Mais matérias e informações em: www.carolinavilanova.com

Feliz Mulher!

Dia 8 de Março: Dia Internacional da Mulher?


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Acho muito difícil escrever um texto para o “Dia Internacional da Mulher”. Não pela falta de assunto envolvendo o universo feminino, muito pelo contrário. Mas pela contradição que este dia me faz sentir: a necessidade de sua existência.

Todos sabemos da luta das mulheres por sua liberdade e igualdade de direitos. Mas também sabemos que toda essa luta ainda está longe de terminar. O machismo, a desigualdade e os maus tratos físicos e psicológicos contra a mulher ainda estão vivos em nossa sociedade. E com a má educação, ainda formamos mulheres machistas e despreparadas para a continuidade dessas batalhas.

Se de um lado temos uma boa quantidade de mulheres intensamente bem resolvidas e engajadas em seu próprio crescimento e evolução, do outro ainda temos as que nem querem pensar no assunto.

Entre um ponto e outro, há uma infinidade de tipos de comportamentos, positivos e negativos. E entre um discurso e outro, sou a favor de todos aqueles que favoreçam a mulher.

Não creio ser obrigatório uma posição feminista. E nem todas têm que ser a favor ou contra o aborto. Nem todas têm que ir à igreja, como nem todas tem que concluir um curso de pós-graduação. A diversidade está presente no universo feminino. E aí também deve haver luta pela tolerância e respeito. Mulher é mulher, seja com tatuagem, sendo carregando um terço. Seja de fio-dental, seja de burca. Mulher é um ser sagrado, que gera outros seres, com a sensibilidade e intuição que só ela tem.

Felizmente habitamos um mundo onde há lugar para todo tipo de mulher: a certinha, recatada e dona-de-casa, a cheia de iniciativa que quer ganhar o mundo, as que querem apenas ser mães e as que evitam a maternidade a qualquer custo. Casadas ou solteiras, viúvas ou homossexuais. Não existe um único modelo. E todos os que existem têm o seu valor.

Entre todos os direitos que buscamos, vale lembrar o respeito e tolerância entre as próprias mulheres. Cada uma faz o que quer, segue seu coração e próprio caminho de felicidade. Felicidade não é igual pra todas. Aquilo que não é felicidade pra uma, deve ser visto com respeito pela outra. E vice-versa.

Que o dia de hoje possa ser uma lembrança de tudo o que já foi conquistado e mais ainda, uma motivação para o tanto que nos falta. Por que o verdadeiro “Dia Internacional da Mulher” deverá ser o dia, em que simplesmente não precisaremos mais dele. O sinal de que igualdade e respeito já estarão lá: entre homens e mulheres, entre mulheres e mulheres.

O dia da mulher para mim já tem sido todos os dias, desde que nasci.

Neste caminho cheio de amor, sensibilidade, insegurança, ilusões, dores, sonhos e desejos que todas traçamos, só posso desejar que todas encontremos a felicidade em ser exatamente o que somos. Se não, que possamos mudar a nós mesmas.

Pois para aquelas que querem mudar o mundo, este será o primeiro passo. A felicidade em si mesma! O ser responsável pelo seu próprio ser.

O resto vem depois!

Muito mais do que um parabéns pelo “Dia Internacional da Mulher”, é o que venho desejar a cada uma de nós, hoje e todos os dias:

Feliz quem você é!

Feliz mulher!


Carolina Vila Nova

Brasileira, 41 anos, formada em Tecnologia em Processamento de Dados, pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas. Atua numa multinacional na área administrativa como profissão. Escritora, colunista e roteirista por paixão. Poliglota. Autora de doze livros publicados de forma independente pelo Amazon, além de quatro roteiros para filme registrados na Biblioteca Nacional. Colunista no próprio site www.carolinavilanova.com e vários outros na internet. Youtuber no canal Carolina Vila Nova, que tem como objetivo divulgar e falar sobre as matérias do próprio site. Carolina Vila Nova é autora dos seguintes livros: "Minha vida na Alemanha" (Autobiografia), "A dor de Joana" (Romance), "Carolina nua" (Crônicas), "Carolina nua outra vez" (Crônicas), "Vamos vida, me surpreenda!" (Crônicas), "As várias mortes de Amanda" (Romance), "O dia em que os gatos andaram de avião" (Infantil), "O milagre da vida" (Crônicas), "O beijo que dei em meu pai" (Crônicas), "Nosso Alzheimer" (Romance) e "Quero um amor assim" (Crônicas). Todos disponíveis no site www.amazon.com e www.amazon.com.br Mais matérias e informações em: www.carolinavilanova.com.
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