Gilsara Mattos

Gilsara Mattos é escritora, roteirista, palestrante

E os ricos?

Por quem oramos?


Jeremy Thomas.jpg Foto de Jeremy Thomas - Unsplash

E então eu tenho observado as pessoas que se dizem religiosas falarem sempre em ajudar os "pobres".

"Os pobres".

Mas afinal, o que são os “pobres”?

Quando falamos em "pobreza" forma-se imediatamente em nossa mente a imagem de pessoas mal vestidas, sem higiene, tristes, revoltadas, alcoolizadas, drogadas, em meio ao lixo, dormindo nas calçadas, mendigando, com aparência malcuidada, morando em casas de tábuas à beira de algum lugar cheio de mosquitos, em um cenário tenebroso, onde os projetos de arquitetura urbana não se atrevem a chegar.

Os “pobres” são vistos como fracassados exatamente por não terem dinheiro, fracos por não conseguirem fazer dinheiro, desprezíveis por não terem dinheiro, e então, são vistos como o mal do mundo. Aqueles que pesam no orçamento da administração pública, aqueles que são tidos como inúteis, parasitas, vãos, mão de obra, no grande gráfico mercadológico. Pessoas para as quais as quotas são criadas, pessoas que não tiveram "naturalmente" o "poder" aquisitivo que a maioria parece ter de forma tão fácil, portanto, por não terem dinheiro essas pessoas que não o tem são pessoas vistas como coitadas, como menores, como excluídas, como necessitadas, como off-line do que “acontece” “no mundo”, portanto, do que é “normal”.

Os “pobres” são representados por pessoas sempre com mãos vazias estendidas pedindo algo, prontos à se submeterem e à imitarem aqueles que “têm” dinheiro por veem aí a razão da vida e a origem da felicidade.

Não é isso?

No entanto, por mais que se “ajude” essas pessoas, não surte efeito algum, pois elas continuam existindo nessa situação tão miserável.

Por que será?

Porque não se quer realmente resolver essa situação e tirá-las dessa mendicância, desse tipo de vida degradante, ou porque realmente isso não tem jeito?

Por outro lado, olhando agora as pessoas vistas como ricas, penso às vezes em como alguém pode querer gastar tanto dinheiro para ter acesso a um simples show, um evento efêmero, uma viagem ou a “compra de algum objeto”.

O dinheiro "é delas", elas trabalharam muito para que o tivessem, e não têm obrigação nem responsabilidade nenhuma com a situação "dos outros". Eu entendo essa ótica, claro, perfeitamente.

Mas penso em como alguém pode sentir essa necessidade, essa necessidade de gastar o que for preciso para sentir felicidade.

Vejo pessoas que gastam sempre mais, que cometem atos esdrúxulos, nitidamente desprezando esses mesmos atos, ironizando, desprezando, entediados enquanto cometem esses atos, aparentemente não sentindo a felicidade tão procurada e desejada por todos, talvez por isso precisam ter sempre mais dinheiro, talvez por isso precisem manter-se ocupadas freneticamente, fazendo mais e mais dinheiro, já que a felicidade depende dele, pois ele é o que faz com que possam comprar a tão sonhada felicidade.

Então percebi que apesar de serem dois extremos opostos, os ricos e os pobres têm muito em comum.

Vi que não são apenas as pessoas “pobres” que vivem uma realidade de miséria, as pessoas “ricas” também a vivem.

O fato é que ter dinheiro para alimentação correta, ter uma casa confortável, acesso à boa educação, vestuário, saúde e higiene, já seria o paraíso para muitos.

Mas então por que muitos são tão infelizes mesmo já tendo acesso à esse paraíso?

Porque simplesmente dinheiro não é o suficiente para tornar a vida um paraíso.

Nem mesmo se fôssemos meros animais, a comida e a casa nos seriam suficientes.

Somos mais que apenas corpo físico, nossa felicidade exige muito mais para que exista e... perdure.

Caso contrário nos tornamos apenas consumidores inveterados em busca desse prazer chamado Felicidade.

Fico pensando o que aconteceria se as pessoas que vivem no ilimite da escassez se encontrassem com as pessoas que vivem no ilimite do excesso.

Se equilibrariam ou se matariam?

brendan-church-182747.jpg Foto de Brendan Church - Unsplash

Há um grande muro invisível entre as pessoas que têm e as que não têm poder aquisitivo. Ele foi criado pelo medo, pela indiferença, pela inconsciência de que na verdade está tudo ligado.

Mas o dinheiro, que era para unir, as separou criando esse muro invisível entre elas.

O dinheiro separa as pessoas ao invés de uní-las.

O dinheiro, um instrumento tão legal, que é para ser uma Bênção, se tornou então uma maldição movido pela ignorância de que a felicidade está nele e não no que se FAZ dele.

Vejo muitas pessoas que têm dinheiro viverem preocupadas em perdê-lo como se ele fosse a salvação e a origem de todo Bem e Felicidade.

Por que vejo pessoas que têm dinheiro precisarem comprar incessantemente para que sintam felicidade, com sorrisos tensos, superficiais, nervosos e serem tão infelizes quanto as pessoas pobres?

O dinheiro não gera a felicidade?

Então vi que não, pois as pessoas ricas também podem ser tão miseráveis, também podem estar tão famintas, também podem estar tão perdidas, também podem estar mendigando. Pois o amor, é necessário a todos. E quem não o tiver em si, não terá a felicidade.

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E então vi que as pessoas ricas na verdade, também podem causar o mal no mundo, e não só as pobres. Elas também podem ser parasitas, pois famintas de amor, estão passíveis de ter os mesmos sentimentos de fome e revolta que as pessoas pobres.

E são os sentimentos de fome e revolta que causam o mal no mundo. E não as pessoas. O que devemos fazer então é apenas alimentar nossos espíritos de atos de amor. São os sentimentos que geram as ações. Se os sentimentos forem bons, os atos serão bons.

E então vi a verdade que só o amor sacia, causa felicidade e paz. E não o dinheiro.

O dinheiro é só um objeto inanimado, manipulável, que só obedece as vontades, os quereres, de alguém. E esse alguém é que causará o mal no mundo, se o usá-lo para o mal.

Mais simples que isso?

No entanto, não parece ser tão simples para entender e realizar.

E por que?

Porque as pessoas parecem ter dificuldade para entender que o dinheiro é apenas um objeto, sozinho ele não tem poder nenhum de ação, mas nas mãos de pessoas que têm sentimentos ruins ele se torna uma arma.

Supervalorizar o dinheiro é desvalorizar a vida, a felicidade e o amor.

Por isso muitas pessoas que têm dinheiro são infelizes. "Pois elas só têm dinheiro" e precisamos de amor.

Mas perceba isso: amor e não sexo. Amor é amor. Sexo é sexo. Não se substitui um com o outro.

De repente as pessoas ficaram bastante pornográficas, não é? Pois isso só confirma e ilustra essa fome de amor.

O dinheiro nos proporciona alimentos, roupas, sapatos, moradia. Mas o que é tudo isso sem o amor?

O amor vive em nós, enquanto que o dinheiro vive fora de nós.

Assim como a fortuna material, o amor também precisa ser cultivado, trabalhado, para que germine e cresça. Mas ele alimentará nossos espíritos.

"Alimente o espírito e a carne ficará saciada" e isso significa que com nossos espíritos saciados não consumiremos tanto em busca da felicidade que precisamos sentir.

Não nos tornaremos obesos, tensos, estressados, aflitos, em busca de algo que parece não estar lá, de algo que parece ser o tesouro no final do arco-íris.

Todos precisam sentirem-se válidos, amados pelo o que são, e não pelo o que têm.

Ambas, pessoas ricas e pobres, são pessoas. Portanto, têm as mesmas necessidades, físicas e espirituais.

Nosso valor não pode estar no que conquistamos de material. Se essa for a medida, quem tem dinheiro parecerá válido e quem não tem parecerá inválido.

Não é o que “temos” que nos valoriza e sim a FORMA com a qual conseguimos o que temos e como o utilizamos. Nossos atos nos revelam.

Podemos ter incontável dinheiro à nossa disposição e nos sentirmos tão miseráveis quanto aquele que não tem, se ambos colocarem a felicidade no ter dinheiro.

Dinheiro serve para comprar comida, roupas, sapatos, casa, mas não a felicidade real. Ele nos dá uma felicidade pela metade, incompleta, efêmera, que precisa ser alimentada o tempo todo para existir.

Assim como temos que nos alimentar de 3 em 3 horas, a felicidade também terá, se tivermos apenas dinheiro.

Uou!! Isso justifica o movimento frenético para fabricar dinheiro e o consumo incessante ao qual nos submetemos!

O fato amigos, é que se ambos, ricos e pobres, pensarem que tendo dinheiro serão "felizes para sempre", ambos serão eternos miseráveis e nenhum dinheiro poderá mudar isso.

E ambos pensarão que perdendo o dinheiro estarão perdendo tudo.

Mas o que precisam saber é que o “tudo” é muito, mas muito mesmo, maior que isso.

kyle-gregory-devaras-241280.jpg Foto de kyle Gregory Devaras - Unsplash

Na verdade, o “tudo” é Deus e é d'Ele que vem a felicidade.

O fato é que se tivermos Deus em nós, através da prática do amor (e é amor e não sexo), teremos Felicidade, teremos ânimo, teremos discernimento, teremos ética, teremos força para construir o que nos dará mais Felicidade.

É preciso entender que ambas, tanto as pessoas “ricas” quanto as “pobres”, têm as mesmas necessidades físicas e espirituais, e o que as difere é apenas a quantidade de dinheiro a que têm acesso, pois umas têm como suprir suas necessidades físicas, e outras não.

A quantidade de dinheiro difere as pessoas. Os sentimentos também.

Há os nobres (bons) e os medíocres (maus) sentimentos.

O dinheiro não torna uma pessoa nobre, mas sim, seus atos.

E o mais interessante é que uma pessoa pobre pode se sentir rica, e pode ser nobre, e uma pessoa rica pode se sentir pobre, e pode ser medíocre, dependendo de onde colocam seu sentimento de riqueza.

Se você coloca seu sentimento de riqueza no dinheiro, sem ele você não tem nada mesmo. Será pobre mesmo tendo-o.

Se você coloca seu sentimento de riqueza em Deus, tendo-O em você, se sentirá rico, com dinheiro ou sem.

O interessante é que nunca nos sentimos pobres, miseráveis e infelizes se colocamos nosso sentimento de riqueza em Deus, pois sendo Ele o verdadeiro Dono de tudo, esse será o sentimento que nos preencherá e nada, nada nos faltará jamais. Dia a dia teremos o suficiente para alimentar corpo e espírito.

Isso não é mesmo fascinante?

Não é mesmo fascinante que não precisemos de cofres, nem guardas, para mantermos em nós a fortuna que vem do sentimento de Deus em nós? Pois ela estando em nós e não fora de nós, quem poderá roubá-la?

:)

A fortuna espiritual é a riqueza que permanece pois ela vem de Deus, ela é Deus, e Deus é mesmo nossa fortuna.

"Buscai a Deus em primeiro lugar e tudo o mais vos será acrescentado"

Ele, amigos, é o verdadeiro Dono de tudo. Ele vê tudo realmente.

Portanto, quem pensa que é rico por ter dinheiro, na verdade não tem nada, pois tudo pertence a Deus. Até a fortuna que você pensa que tem, que você pensa que é sua, na verdade não é. Chegamos nus, e só levaremos nossos atos. Você pode apenas usar o dinheiro enquanto estiver aqui, e é aí que poderá mostrar a que veio. :) É no COMO utilizará o que lhe foi por um tempo concedido, é que vai fazê-lo sentir-se bem, rico, ou não.

O dinheiro é apenas uma ferramenta. O que você construirá com ela?

Você é responsável apenas pelos seus atos. Eles é que te farão rico ou pobre. E seus atos originam-se de seus sentimentos. Portanto, se seus sentimentos forem pobres, você será pobre. Se seus sentimentos forem ricos, você será rico. E a Presença de Deus em você, é o que o tornará realmente rico.

E todos os seus atos valerão mais que todas as moedas de ouro e diamante, pois o amor vale mais que todo ouro e diamante, e você se sentirá dono de uma fortuna que vale muito mais que todo ouro e diamante.

Buscando construir a fortuna espiritual, através de atos de amor, terá o alimento para seu corpo físico dia a dia, suficientemente. É a fortuna espiritual que "a traça não poderá nunca destruir", pois essa fortuna estará no seu espírito!

Portanto, as pessoas que se dizem religiosas têm que orar não só pelas pessoas que o mundo considera pobre, mas por TODAS as pessoas, e isso inclui as pessoas que o mundo considera ricas.

Não orar pelas pessoas ricas não seria o mesmo que afirmar que elas não precisam de Deus porque são ricas e é aí que mora a riqueza e elas já a têm?

Não orar pelas pessoas ricas não é falar aos pobres que eles é que precisam de Deus porque não têm dinheiro?

Não orar pelas pessoas ricas não é fazer elas mesmas acreditarem na ilusão de que o dinheiro é o que realmente as torna ricas e não seus sentimentos e atos?

Não orar pelas pessoas ricas não é negar-lhes o direito de saber que a verdadeira riqueza consiste na Presença de Deus em nós?

Não orar pelas pessoas ricas não é fazê-las viverem na escuridão da ignorância de acreditarem que o dinheiro é o princípio, o meio e fim de tudo? Fazendo assim com que as pessoas pobres também acreditem nessa ilusão, e fazendo ambas, ricas e pobres, acreditarem que podem fazer de tudo e qualquer coisa para adquirirem dinheiro ou preservá-lo, por fazerem-nas colocarem o dinheiro acima do valor da vida e de Deus, por fazê-las acreditarem que não existe nada além de dinheiro na vida, evitando então que conheçam e que sintam o verdadeiro sentido da vida?

Não orar pelas pessoas ricas não é mantê-las nessa ignorância que lhes nutre essa fome e sede de Deus tão grande que lhes faz comprar sem cessar, consumir, escravizar, desrespeitar, não compartilhar nunca, por pensarem que se fizerem isso ficarão miseráveis?

Não orar pelas pessoas ricas não faz com que elas não entendam que o sentido da vida está em aprender à amar a Deus sobre todas as coisas e o outro como a si mesmas?

Não orar pelas pessoas ricas não é mantê-las com esse sentimento de miserabilidade espiritual, essa decepção com a grandiosidade que acreditam não existir, e que as faz pensarem que a vida se resume em conseguir o máximo de dinheiro porque é aí que mora a felicidade e não em sentir a Presença de Deus em nós e em tudo porque Ele é Onipresente?

Não orar pelas pessoas ricas não é impedir que elas possam usar o dinheiro que lhes foi concedido usar, para construir o Bem na vida de todas as pessoas quanto puderem, fazendo com que esse ato livre a ambas do sentimento de desamor, fazendo com que se sintam ambas ricas por serem ambas acariciadas em seus espíritos pelo amor da fraternidade originado de Deus fortificando à ambas e aproximando à ambas cada vez mais d’Ele para que se levantem e caminhem felizes por não mais se sentirem ambas escravizadas, cativas, desprezadas e excluídas se não tiverem dinheiro, por viverem ambas em uma sociedade que parece amar apenas ao dinheiro e não a Deus, o verdadeiro Dono de tudo?

Não orar pelas pessoas ricas não é fazê-las acreditarem que saindo desse mundo ao final de seu tempo aqui, lamentem apenas não poderem levar o dinheiro que lhes foi concedido usar por acreditarem que são mesmo donas dele, ao invés de lastimarem pelo Bem que deixaram de fazer com ele já que são nossos atos que contam e não o que acumulamos de material aqui porque isso aqui ficará?

Será que se orássemos igualmente pelas pessoas pobres e pelas pessoas que estão tendo a chance de administrar o dinheiro que lhes foi concedido usar por um tempo, como a ferramenta que é, para construir atos de bondade em infraestrutura que beneficie a ambos, não estaríamos ajudando as pessoas a não se odiarem, rivalizarem, medirem e julgarem seus caráteres pela quantidade de dinheiro a que têm acesso?

Deus não é fundamental e essencial a TODOS? E as pessoas ricas também não são pessoas?

Pois essa é a lei e a verdade também para todos. É preciso entender que o que FAZEMOS é o que conta, é o que nos enriquece ou empobrece, e não o que TEMOS.

Nossos sentimentos são também ações e eles precisam ser trabalhados para que deem frutos de bondade e justiça, frutos também originados do AMOR.

O AMOR genuíno que leva a seiva da vida à tudo, e não o amor desvirtuado representado amplamente como sentimento sexual entre duas pessoas, ou mais.

AMOR não é sexo. O amor existe sem o sexo tanto quanto o sexo existe sem o amor. Um não depende do outro. É possível amar uma pessoa sem querer sexualizar com ela assim como o é o amor entre irmãos, o amor que devemos ter uns pelos outros. O amor é querer o bem também do outro, o sexo é querer o bem apenas para si mesmo. O amor está no espírito e a esse alimenta quando é sentido. O sexo é alimento da carne e à essa alimenta quando é feito; apenas naquele momento, pois sua fome é insaciável e só o satisfaz no exato momento em que está existindo. Enquanto que o amor, uma vez sentido, alimenta-nos para sempre.

Orar pelo outro é amar.

Querer o bem também do outro, de todos os outros, é amar.

O “outro” não é apenas aquele que não têm dinheiro, mas também aquele que tem, pois ambos podem estar famintos de amor, se não conhecerem e sentirem o amor de Deus por nós.

Odiar o rico e desprezar o pobre, desprezar o rico e odiar o pobre, são sentimentos contrários à verdade e causam o mal. É preciso amar o outro, fraternalmente, e usar as ferramentas que nos foram concedidas nesse momento em que estamos aqui, para que possamos trabalhar em nós mesmos, melhorar a nós mesmos, evoluirmos. E a verdadeira evolução acontece somente através do amor. Por si mesmo e pelos outros. Pois no amor estará Deus. E amando o outro e a si mesmo, estará também amando a Deus que é Dono de tudo e está em tudo por ser Onipresente.

Entende? Agindo com respeito a tudo, inclusive a você mesmo, estará respeitando Deus, por Ele estar em tudo.

Amar é respeitar.

Devemos nos diferencias dos animais que agem apenas por sobrevivência, sem pensar em consequências.

Somente o sentimento do amor em nós nos fará construir o bem estar, ao invés de destruí-lo e construir o caos.

Por isso é preciso orar pelas pessoas ricas tanto quanto pelas pobres, é preciso orar por TODAS as pessoas, ricas e pobres, para que ambas deixem de ver e acreditar na miragem do engano de que a riqueza, a felicidade e a paz estão no dinheiro. É preciso orar por todos para que consigam ver a verdade de que a riqueza, a paz, a felicidade estão em Deus, e então poderem sentir a vida em si pulsando em sua plenitude. A plenitude da felicidade de estar vivo está em sentir a plenitude do amor em nós, a partir do sentimento do amor que Deus tem por nós. Por todos nós. Todos.

Portanto meus amigos, entendam que tudo aqui é apenas como se fosse uma casa onde todos estão, como acontece, por exemplo, no programa BIG BROTHER, onde tudo “está sendo filmado”, e importa apenas o que você FAZ ao não ter e ao ter acesso ao dinheiro.

Siga construindo sua fortuna somando atos de valor.

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Foto de Jay Wennington - Unsplash


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