Larissa Couto

Estudo para ser Filósofa, Leio para ser escritora e Penso para ser eu mesma - ou ao contrário.

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    Landfill Harmonic, inspirando sonhos
    Os jovens de Cateura vivem em um dos bairros mais pobres da América Latina. Fora de Assunção, Paraguai, Cateura é o depósito de lixo da cidade. Ele é construído sobre um aterro sanitário. Aqui, as pessoas vivem em um mar de lixo. Elas vivem ...
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    Footnote: um filme de filho para pai

    O filme israelense Footnote (Nota de Rodapé, 2011) conta a história de conflitos, disputas e inveja entre pai e filho em meio ao mundo acadêmico. Como uma relação tão complexa pode ser despertada para o mundo das emoções mais primitivas diante de uma premiação que pode causar mais transtorno que felicidade? Quando a decisão está nas mãos do filho, e não mais do pai, as emoções florescem sem razão.

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    A criança exterior: Cristian Girotto

    De olhos bem grandes, bochechas rosadas e cabelos bagunçados, adultos fazem caretas para Cristian Girotto revelar a criança interior de cada um na criança exterior de todos nós.

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    O dia em que a noite vestiu azul

    Vincent van Gogh é famoso por suas paisagens. Umas das mais lembradas é a sua paisagem noturna "Noite estrelada". As pinceladas de van Gogh seduzem e revelam. Elas ensinam o olhar a perceber outras noites possíveis, e a sonhar com elas.

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    Seymour Glass, o peixe-banana

    Seymour Glass, personagem de J. D. Salinger, em um dia de férias na praia para se restabelecer do trauma pós-guerra que sofreu ao participar da Segunda Guerra Mundial. Alguns peixes-banana e um final impactante, o conto é uma confissão que não foi ouvida, como o telefone que Muriel não se apressa para atender.

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    Duchamp que estás na arte, nos dada A Fonte

    A antiarte dos ready-mades de Marcel Duchamp. Como os objetos banais podem ser retirados de sua função utilitária e mudar a arte para sempre.

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    A Poesia e a Fenomenologia de Merleau-Ponty

    A fenomenologia de Merleau-Ponty explorou novos horizontes sobre a expressão artística. Ponty visava a reflexão sobre um mundo antes do conceito, da ideia, um exercício de conciliação com a percepção e a sensibilidade. Nesse panorama a poesia têm destaque, pois traduz em arte o que a fenomenologia de Ponty desejava: uma mudança no modo de encarar o mundo e sua linguagem, um deslumbramento e uma redescoberta do que a linguagem pode expressar enquanto poesia.

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    Ao Escritor

    Um sincero texto em homenagem a todos os escritores, reconhecidos ou não. Um singelo manifesto ao ato de escrever que modifica o nosso lugar no mundo e nos torna artistas da palavra e do silêncio.

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    Little Chandler, um dublinense

    Uma pequena análise para o conto "Uma Pequena Nuvem" de James Joyce, do livro "Dublinenses".

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    A Estética de Asterios Polyp
    Asterios Polyp é uma graphic novel de David Mazzucchelli, tendo esse levado dez anos para realizá-la. David já assinou comics como Batman, com qualidade artística notável mas, com Asterios Polyp teve sua identidade artística fixada no mundo da ...
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    de Chirico, da Metafísica

    Giorgio de Chirico e a pintura metafísica convidam para um olhar mais demorado sobre a obra Piazza d'Itália, de 1913. Como essa obra indicava o nascimento desse novo estilo que se opunha ao futurismo.

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    A zombaria da imagem: Roy Lichtenstein

    A Pop arte de Roy Lichtenstein na série "Pincelada" da década de 60.

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    O Beijo Cubista

    Uma quadro tão enigmático quanto "O Beijo", pintado por Picasso em 1969, merece um olhar mais demorado sobre sua personalidade cubista.

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    A Rainha Vitória e sua arte bela

    Durante o reinado da Rainha Vitória na Inglaterra, a arte teve um posto muito importante: utilizar sua beleza para cumprir seu papel social e espiritual. A arte devia ser agradável, buscar inspiração na natureza, ser sincera e direta para ser útil. A utilidade da estética vitoriana se cumpriu com a amplitude que a arte teve em sua arquitetura, vestuário e móveis. Não havia espaço para enganos, a beleza deve ser vista, apreciada, comprada. A arte nunca casou tão bem com a mercadoria, foi o estilo burguês de apreciar a arte. Influencia os dias de hoje na decoração de casas e em peças de vestuário, além de suas pinturas ainda agradar aos menos interessados, tudo muito fácil e sutil, o prazer é simples em seu requinte.

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    Edward Hopper, artista da realidade solitária

    Edward Hopper, artista americano, retratou com muita realidade a solidão dos Estados Unidos do início do século XX. A solidão, o vazio e a perda de sentido do novo homem urbano parece aprisionada no tempo pelo pincel de Hopper. Ele, um artista que não seguia as tendências europeias de sua época, conseguiu perseverar no realismo sem perder de vista sua visão de um novo mundo que não lhe parecia próspero nem amigável. As cenas parecem paisagens caladas da vida de cada um.

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