tudo acaba em canções

-rascunhos poéticos, literários e musicais e outros na curva das horas

marina malheiro

"Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo."

Fernando Pessoa

  • # Da Coleção de conhecimento a saldo

    Vivemos numa sociedade digital em que passou a ser necessária ou foi criada a necessidade da partilha digital, não só de informação mas também de fotografias.
    De que modo este consumismo estético não poderá revelar um conhecimento de saldo?

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    # Músicas com desassossego dentro

    O que sentiria Bernardo Soares hoje, 2013, em Lisboa? O que escutaria no seu desassossego permanente?

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    # Sou do tamanho do que vejo

    Hemingway foi um escritor único. Ensinou-nos a ver, a amar a vida, " em fiesta", em Paris onde viveu, pobre e feliz. Mas, para além disso, as palavras de Hemingway são ( porque a sua escrita é perene) únicas e muito humanas, muito tocantes.

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    # Apologia da esperança

    Temos sempre direito a uma Utopia, a algum idealismo que nos corre nas veias e não nos deixa soçobrar, mesmo de análise Swot permanente.

    Como podemos defender a esperança em tempos de crise?

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    # Dos pequenos nadas

    A vida é feita de pedras e sonhos, de pequenos nadas.

    Cada vez mais importantes os nadas nos tempos da Economia ; da crise, das pessoas que passam a ser números em orçamentos, em estatísticas nacionais e europeias.

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    # A vida em tradução

    Poderá a Vida ser traduzida por todos os meios e formas?

    Teremos de escrever, fotografar, filmar, musicar a Vida, sempre?

    Onde termina a tradução?

    Miguel Torga escreveu a propósito da vida :"Aqui na minha frente a folha branca do papel, à espera; dentro de mim esta angústia, à espera: e nada escrevo. A vida não é para se escrever. A vida — esta intimidade profunda, este ser sem remédio, esta noite de pesadelo que nem se chega a saber ao certo porque foi assim — é para se viver, não é para se fazer dela literatura."

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    # O Cirurgião do Tempo

    Era uma vez um Tempo nas mãos de um cirurgião. O que faria com ele? Música ou Silêncio?

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    # Da inutilidade

    Somos todos operários em construção? Na engrenagem económica passámos todos a ser inúteis?

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    # O despojamento musical

    Forçado ou não está a haver um despojamento material; viver com menos nos tempos difíceis. Como dizia Agostinho da Silva : " "A única revolução definitiva é a de despojar-se cada um das propriedades que o limitam e acabarão por o destruir, propriedade de coisas, propriedade de gente, propriedade de si próprio."

    Esse despojamento material forçado para muitos poderá implicar um despojamento sensorial, por exemplo?

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    # Barro

    Todos somos barro, escrita, desconstrução diária, em aprendizagem, lendo a Vida.

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    # Asas nos pés

    Por que correm as pessoas? O que é a corrida nas nossas vidas? Por que corre Murakami? E Lidell?

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    # Despojos de guerra em Amesterdão

    Em Amesterdão respira-se paz e liberdade mas há silêncios e despojos de uma guerra ainda próxima.

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    # Com a poesia toda nas mãos

    No tempo das suaves raparigas trouxe Ruy Belo a poesia, o tempo, o sonho, a esperança. Borges, descalço pela areia da praia, trouxe-nos a liberdade. Trazemos os poemas em nós?

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    # Um abraço terno e morno

    palavras sobre o tempo que passa, lesto e rápido pela nossa vida

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    # Silêncio cantante

    Onde fica o compasso das emoções? O espaço do silêncio nas nossas vidas apressadas e com sons de movimento, sem pausas?