tudo acaba em canções

-rascunhos poéticos, literários e musicais e outros na curva das horas

marina malheiro

"Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo."

Fernando Pessoa

# Zeca Afonso, 25 anos de saudades

25 anos depois matamos as saudades escutando Zeca, aquele que foi "um sopro mágico, liberto" que cantava "os punhais do vento", "anjo insubmisso" perante as tempestades, a "galope" pela música fora.


José Afonso.jpg

Foto da autoria de António Quadros

25 anos depois sentimos saudades de Zeca, pela magia dos redondos vocábulos musicados sempre com a Liberdade nas mãos, com a Utopia no horizonte, com as Pombas na alma,nunca resignado perante a Vida.

A melhor homenagem que podemos fazer a Zeca é escutá-lo e guardar as suas palavras e sonoridades cá dentro.

(1)

"Gente igual por dentro/ gente igual por fora/ (...) capital da alegria"

(2)

"A paz viajou em busca do Silêncio (...)"

(3)

" (...)muitos sóis e luas irão nascer (...) /a vida não presta para sonhar(...).

(4)

(..) numa pedra fria / (...) as vozes embargam o silêncio aflito (...)/ vem devagarinho para a minha beira (...)"

Assim será Zeca, eterno "sopro mágico, liberto" nas nossas vidas. "(...)Teceu um véu e ali se guardou De volta às entranhas da vida Basta um sopro mágico, liberto, Para que a luz acorde a cantar." Janita Salomé

Musicografia (1)Álbum "Como se fora seu filho" (1983) (2)Álbum "Venham mais cinco" (1973) (3)Álbum "Como se fora seu filho" (1983) (4)Álbum"Venham mais cinco" (1973)

Para acompanhar a semana de comemorações em honra de Zeca Afonso siga o link da Associação José Afonso http://www.aja.pt


marina malheiro

"Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo." Fernando Pessoa.
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