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Infinitas possibilidades entre o caos e a calma

Lucia Righi

jornalista, curiosa, metida, contraditória por definição, daquelas que prefere o caos e a desordem pra se encontrar, que quer estar em todos os lugares ao mesmo tempo e sempre por dentro de tudo que acontece na volta e no mundo, que pretende ler os livros do mundo em uma vida. Um dia ainda dou conta

Para 2016, quero o melhor de tudo

A magia da virada nos invade de esperanças num novo despertar, mais uma página virada para nos reencontrar em um ano novinho que nos espera logo ali, para realizarmos o que quisermos. Mais uma oportunidade para viver o melhor ano de nossas vidas!


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Todo fim é um novo começo. E estamos nós aqui, com uma agenda abarrotada do ano que termina, uma listinha dos desejos na mão e uma nova porta prestes a se abrir a nossa frente pra adentrar um ano novinho em folha.

Uma nova oportunidade, um novo despertar. Quando o fim chega, novas alternativas nos são oferecidas, surgem novas possibilidades para velhos hábitos. Quase sem querer, novos caminhos tomam lugar na antiga rotina, novos contornos são delineados para velhos sonhos que parecem novamente agora tão mais tangíveis. Se aprochega um novo tempo para que a renovação escolha que estrada seguir e que possamos desconstruir antigos conceitos e arquitetar com mais sabedoria os rumos de nossa história.

Pode ser momento de grandes ou pequenas mudanças, de cumprir novos objetivos ou continuar planos antigos. Ou ainda, momento de contemplar tudo o que já se fez, comemorar e colher os frutos. Mas é sempre preciso encontrar o fim para recomeçar. É aí que acontece o reinício de tudo. O final de um ciclo para a chegada de um novo.

A gente costuma lembrar que o mundo gira. E ele dá muitas voltas. Usamos a contagem do tempo para nos impulsionar. Para reativar as energias, ganhar novo fôlego, poder estar sempre reescrevendo a nossa história. Agora é tempo de repensar atitudes, de rever pessoas queridas, de fazer planos e resgatar projetos engavetados.É tempo celebrar conquistas, de idealizar uma vida melhor, de pensar no próximo e principalmente pensar em si mesmo. Na vida que nos espera nos próximos passos.

O fim de ano tem toda essa coisa mística das cores, simpatias, mandingas e promessas. Para 2016 não quero só paz, quero também desconfortos, aprendizados, desatinos. Não quero branco, talvez um fundo branco pra poder colorir de múltiplas cores. Quero dias mais cheios de significados e motivos para transbordar meus limites e crenças.

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Vale tudo por um ano melhor. Fazer uma limpeza na casa e na vida, doar o que não serve mais, deixar fluir as energias. Nos despimos do peso dos dias, para entrar mais leves no ano fresquinho que vem aí. Está aberta a temporada para novos desafios, e o peito se estufa de coragem para enfrentar os obstáculos que nós mesmos nos impomos. Agora vai!

No ano que vem vai dar para realizar a tão sonhada viagem, vai dar para acabar os estudos ou apenas dar conta da pilha de livros que se acumulou na estante esperando algumas horas de dedicação. Vai dar para levar um vida mais saudável, iniciar uma atividade física e ser mais disponível a quem amamos e a quem precisa. Ano que vem vai ser o que eu quiser que ele seja.

Quem não tem um sonho para realizar em 2016? Só que não dá para viver nos intervalos, quero perseguir meus sonhos diariamente, quero que o sentimento de realização me invada, quer ver a completude da vida se materializar, por mais que a vida seja sempre uma busca por algo mais. Quero sentir com intensidade, me sentir mais viva a cada dia, para que cada dia valha a pena.

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Há quem acredite que há um novo horizonte a cada alvorecer. Pois o amanhecer de 1 de janeiro de 2016 será um amanhecer ainda mais especial. Um alvorecer cheio de esperanças e vibrações positivas. É o que todo mundo deseja na mágica virada do ano. Eu quero tudo de melhor e o melhor de tudo neste novo ano.

Em 2016 quero ser mais!


Lucia Righi

jornalista, curiosa, metida, contraditória por definição, daquelas que prefere o caos e a desordem pra se encontrar, que quer estar em todos os lugares ao mesmo tempo e sempre por dentro de tudo que acontece na volta e no mundo, que pretende ler os livros do mundo em uma vida. Um dia ainda dou conta.
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