veja bem

uma análise minuciosa de coisa alguma

Felipe Vega

Adepto do livre pensamento crítico-imaginativo

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    ZILLA E A CAVERNA DE PLATÃO

    Quão facilmente acreditamos em realidades distorcidas?

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    EM DEFESA DOS CLÁSSICOS

    Porque livros não se tornam clássicos à toa.

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    Pureza

    "Cresceu, pois, o bebê, um mal crescido. Não falava direito. Aliás, não conseguia falar. O pior é que era ele a esperança da família. Uma família amargurada. Que depositava naquela criança toda a esperança de uma família amargurada. Seria ele um ator de novela. Seria um arquiteto. Ah, claro que seria um doutor, advogado, médico. Mas tudo acabou com a queda. Bateu a cabeça. Sequelas."

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    KAFKA E O ASTRO POP

    Muitas vezes a vida parece até um roteiro de livro que já lemos.

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    A IMAGINAÇÃO FOTOGRÁFICA DE ZEV

    Mais conhecido como Fiddle Oak, o jovem Zev, de apenas 14 anos, nos presenteia com doses e doses de imaginação aplicada às fotografias. O resultado é incrível e merece apreciação. Afinal de contas, em tempos de Photoshop, ainda há arte na manipulação de fotos.

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    MAIS POP ART: MINIONS!

    Os mais novos queridinhos do cinema agora associados à outros grandes nomes da cultura pop.

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    A ILUSTRAÇÃO DE DAN LUVISI

    Realismo, cultura pop e sangue.

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    PRECIPI(CI)TAÇÃO

    Quem frequenta com assiduidade a rede social do momento sabe bem disso: A cada três postagens de usuários, uma delas é citação de frases emblemáticas de alguma personalidade. O problema é que, diante desse turbilhão prosaico, o compromisso com a citação verdadeira e com o real propulsor da frase ou pensamento é mínimo. O resultado não poderia ser diferente: a cada dia que passa, Bob Marley, Gandhi e Clarice Lispector são tidos como autores das mais diversas formulações de ideias, mesmo nunca tendo falando nada parecido.

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    AME O MOLOTOV

    Ou deixe que ele te ame.

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    O REVELADOR QUADRINHO DE GUS MORAIS

    Alguns quadrinhos são profundos ainda que pareçam simples. Esse é o caso da arte reveladora de Gus Morais.

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    O RAIO-X DE JASON FREENY

    Algumas pessoas têm o dom de fazer sua arte florescer no limiar entre a ficção e a realidade. O caso de Jason Freeny é ainda mais incrível, pois ele une com naturalidade o elemento da realidade concreta dos raios-X e das ilustrações de sistemas nervosos e digestivos, tão presentes em livros clínicos, à ficção do uso de personagens de desenhos animados e videogames como alvo dessa dissecação médica. O resultado é nada além de um espetáculo de esculturas e imagens capazes de levar tanto à concretude quanto ao sonho.

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    A MELANCOLIA DE GRAHAN FRANCIOSE

    Tal como a felicidade, a esperança e a tristeza, a melancolia tem cadeira cativa no rol das sensações que o ser humano experimenta ao longo da vida. Alguns a rechaçam, tomando-a como fase inicial da doença do século, a depressão. Já outros preferem tomá-la aos poucos, como uma taça de um bom vinho, enquanto extraem toda a singularidade que este sentimento pode proporcionar. Creio que nesse último grupo se encontra o ilustrador norte-americano Grahan Franciose e seus desenhos, ambos capazes de criar um cenário bastante melancólico e ainda assim transmitir beleza e arte.

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    JOGUE SEU BEBÊ NA PISCINA

    A segurança é o carro-chefe do mundo civilizado dos tempos modernos. Vigilância, proteção, cercados e alarmes protegem bebês da possibilidade de afogamento tanto quanto pais protegem seus filhos da possibilidade de falhas, desilusões e derrotas. O resultado é vivermos negando aos filhos a existência não somente da piscina, mas também da vida como ela geralmente se apresenta: perigosa e difícil. O problema é que, ao contrário do que fazemos com o objeto de lazer dos dias de Sol, não há a possibilidade de cercarmos a vida.

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    A ÚLTIMA FOTO DE SUA VIDA

    Falar que o mundo de hoje é marcado por especulação e aparência é chover no molhado. Elementos de comunicação, redes sociais e a própria vida virtual comprovam a todo instante que nunca valeu tanto aparentar ter ou aparentar ser. Ou os dois. Em uma sociedade conectada e marcada por esse tipo de conduta, as fotos, maiores ilustradoras e promotoras das maiores ilusões, exercem um importante papel: o de mostrar que, ao contrário da realidade desalentadora, naquela imagem você emana felicidade.

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    A DOENTIA ARTE DE DON KENN

    Assustadora, doentia, tensa, inquietante... Esses são alguns adjetivos utilizados para tentar classificar a arte do dinamarquês Don Kenn, que usa blocos de anotação autocolantes, os famosos post-its, para apresentar através de ilustrações um mundo inusitado e apavorante.